Eletrorresistividade — Conheça o Solo Antes de Qualquer Decisão
Método geofísico não destrutivo para identificar regiões contaminadas, camadas de solo, topo rochoso, solo mole e nível freático — sem perfuração.
Quando Usar a Eletrorresistividade
✅ Identificação de contaminação no solo
✅ Mapeamento de solo mole (argila, turfa)
✅ Determinação do topo rochoso
✅ Profundidade do nível freático
✅ Espessura de camadas geológicas
✅ Localização de falhas e fraturas
✅ Estudos ambientais e geotécnicos
Como Funciona a Eletrorresistividade
O método introduz corrente elétrica no terreno via eletrodos e mede a resistividade em diferentes pontos. A variação revela a composição e estrutura do subsolo — água, argila, rocha, contaminantes e ar têm resistividades distintas.
Geofísica Aplicada à Engenharia e ao Meio Ambiente
A eletrorresistividade é amplamente utilizada em estudos geotécnicos, ambientais e de infraestrutura. A ScanSOLO possui equipamentos de última geração e equipe especializada para interpretação dos dados.
Perguntas Frequentes sobre Georadar GPR
Para que serve a eletrorresistividade?
Para identificar camadas do solo, contaminação, topo rochoso e nível freático sem perfuração.
Qual a diferença para o GPR?
O GPR detecta objetos enterrados. A eletrorresistividade mapeia as camadas e propriedades do solo em profundidade.
É destrutivo?
Não. Apenas eletrodos superficiais. Nenhuma escavação necessária.
Antes de Escavar, Consulte a ScanSOLO
Evite acidentes, multas e paralisações de obra. Mapeamos o subsolo com georadar GPR antes que sua equipe coloque a máquina no chão.